Personalize as preferências de consentimento

Utilizamos cookies para ajudá-lo a navegar com eficiência e executar determinadas funções. Você encontrará informações detalhadas sobre todos os cookies em cada categoria de consentimento abaixo.

Os cookies categorizados como “Necessários” são armazenados no seu navegador, pois são essenciais para ativar as funcionalidades básicas do site.... 

Sempre ativo

Os cookies necessários são necessários para ativar os recursos básicos deste site, como fornecer login seguro ou ajustar suas preferências de consentimento. Estes cookies não armazenam quaisquer dados de identificação pessoal.

Não há cookies para exibir.

Os cookies funcionais ajudam a executar determinadas funcionalidades, como compartilhar o conteúdo do site em plataformas de mídia social, coletar feedback e outros recursos de terceiros.

Não há cookies para exibir.

Os cookies analíticos são utilizados para compreender como os visitantes interagem com o site. Esses cookies ajudam a fornecer informações sobre métricas como número de visitantes, taxa de rejeição, origem do tráfego, etc.

Não há cookies para exibir.

Os cookies de desempenho são usados ​​para compreender e analisar os principais índices de desempenho do site, o que ajuda a oferecer uma melhor experiência de usuário aos visitantes.

Não há cookies para exibir.

Sempre ativo

Advertisement cookies are used to provide visitors with customised advertisements based on the pages you visited previously and to analyse the effectiveness of the ad campaigns.

Não há cookies para exibir.

Demarcação de terra “indígena”: fazendeiros perdem propriedades por decisão do STF

STF força produtores a ceder terras em acordo bilionário e ignora décadas de trabalho e investimento
Demarcação de terra "indígena": fazendeiros perdem propriedades por decisão do STF
Gilmar Mendes — Foto: Agência Senado

Assine a Revista Timeline no botão abaixo:

Em mais uma decisão que coloca em xeque o direito de propriedade no Brasil, o Supremo Tribunal Federal (STF) homologou um acordo nesta quarta-feira (26), forçando produtores rurais no Mato Grosso do Sul a entregarem suas terras para a demarcação da Terra Indígena Ñande Ru Marangatu.

O valor de indenização, fixado em R$ 144,8 milhões, será pago pela União e pelo governo do estado, mas a quantia dificilmente cobre as perdas geradas por um conflito fundiário que já se arrasta por três décadas.

Presidida pelo ministro Gilmar Mendes, a audiência de conciliação contou com a presença de representantes do governo federal, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), do Ministério dos Povos Indígenas e da Advocacia-Geral da União (AGU).

Apesar de todo o aparato estatal voltado para pressionar os produtores, é difícil dizer que houve, de fato, um processo de conciliação.

O veredito evidencia o desprezo do Supremo pelo suor e investimento de quem produz e gera riqueza no país. Em vez de proteger o direito de propriedade e a segurança jurídica, o STF opta por uma solução que privilegia um grupo específico em detrimento de produtores que dedicaram décadas ao desenvolvimento da região.

A indenização de R$ 144,8 milhões soa como uma tentativa simbólica de remediar os danos, sem sequer arranhar o valor real das terras ou compensar anos de incerteza e desgaste.

O mais alarmante é que, para o STF, a solução parece simples: basta forçar a retirada de quem trabalha e paga impostos, enquanto o Estado joga o problema no colo dos contribuintes.

A mensagem transmitida aos produtores de todo o Brasil é clara: não importa quanto tempo você tenha investido ou o quanto sua propriedade seja produtiva; se o governo decidir, você será forçado a sair, e seu único consolo será uma compensação financeira que dificilmente reflete o valor real de sua perda.

A demarcação de terras indígenas é utilizada como desculpa para a transição completa do Brasil para poderes internacionais, e o STF tem atuado como um árbitro que desconsidera a segurança jurídica e transforma produtores rurais em meros peões num jogo de interesses.

As consequências disso não afetam apenas o Mato Grosso do Sul, mas espalham um rastro de insegurança pelo setor agropecuário em todo o país.

Enquanto isso, a União e o governo do estado arcam com a conta — mais uma vez às custas do contribuinte —, para que o STF possa posar como o grande solucionador de um conflito que ele próprio ajudou a perpetuar. Afinal, é fácil ser generoso com o dinheiro e a propriedade dos outros.

Assine a Revista Timeline no botão abaixo:

Deixe um comentário